domingo, 9 de agosto de 2009

A sustentabilidade começa na legalidade

Por: Dal Marcondes - Diretor da Envolverde

Quando se fala em sustentabilidade a maioria das pessoas se lembra de economizar energia, emitir menos dióxido de carbono, usar papel reciclado ou separar o lixo antes de colocar na calçada. Pouca relação se faz entre sustentabilidade e respeito às leis, uso responsável de máquinas e equipamentos que podem causar dano e morte, como automóveis ou motocicletas, ou mesmo o simples respeito a códigos pactuados pela sociedade, como o Código de Trânsito, Plano Diretor das cidades, Código Florestal ou Código de Direito Civil.

Uma sociedade começa a caminhar pela trilha da sustentabilidade não apenas quando reduz seus impactos sobre o meio ambiente, mas, também, quando deixa de ser necessário que milhares de policiais estejam nas ruas para garantir que as pessoas cumpram regras extremamente básicas, como respeitar faixas de pedestres, não estacionar em locais proibidos, respeitar limites de velocidade, parar em semáforos e antes da faixa etc. Ser uma sociedade desenvolvida requer das elites desta sociedade, justamente aquelas que detêm bens e propriedades, e são vetores de grandes impactos, para o bem ou para o mal, uma postura sustentável.

Me lembro quando ainda era adolescente, de um bom amigo que dizia: "Você pode fazer tudo, mas tem algumas coisas que não deve fazer". Pode-se pensar que esta frase vinha da boca de um adulto, mas não, o nome dele era Ricardo Faleiros, tinha a minha idade na época, 20 anos, e morreu porque um imbecil bêbado perdeu a direção do carro na estrada perto de Florianópolis.
Ricardo tinha outras pérolas de sabedoria. Uma delas pegava justamente na questão da inserção dos jovens no mercado de trabalho: "Todo mundo pede que a gente tenha experiência. Aos 20 anos isto é impossível, então, se perguntarem se você sabe fazer, responde que sim e sai correndo para aprender".
Mas o que isso tem a ver com sustentabilidade e legalidade? Muita coisa, porque foi naquele tempo, segunda metade dos anos 70, que comecei a compreender a necessidade de trabalhar para fazer do futuro um bom lugar para se viver. A partir daí passei a observar que por trás de cada tragédia, "acidente" ou grande impacto social ou ambiental, existe sempre uma cadeia de ilegalidades que desemboca em merda.

Para ser uma sociedade sustentável o Brasil não precisa deixar de ser um país onde as pessoas são alegres. Precisa, sim, deixar de ser o lugar onde as pessoas acham que as coisas "são assim mesmo", onde a corrupção é vista como endêmica e incurável, e onde as elites "querem levar vantagem". Cada vez que vejo na rua uma infração de trânsito, ou um carrão estacionando em vaga de deficiente ou em local proibido ou inadequado, me pergunto qual é o poder deste ou desta motorista em outros setores da vida, porque se ignoramos leis básicas de convivência à vista das pessoas, o que não fazemos na vida privada ou fechado em escritórios acarpetados?

A trilha da sustentabilidade deve buscar eficiência energética, menor impacto ambiental das atividades econômicas, ações cotidianas de compromisso com um modelo de desenvolvimento baseado na inovação de tecnologias e mentes. No entanto, esta mesma trilha deve estar pavimentada pela legalidade de comportamento em todos os níveis. Não se constrói a sustentabilidade com jeitinho e quebra-galho, se constrói com respeito aos grandes pactos das sociedades democráticas, as leis.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

ABrasOFFA: Congresso Mundial da Paz nas Américas

..:: Sobre a ABrasOFFA ::..

Fundada em agosto de 1992, como entidade não governamental, sem fins lucrativos e com o objetivo de congregar os realizadores, organizadores, entidades administradoras, estudiosos, grupos e todos aqueles interessados no desenvolvimento, manutenção e preservação das artes populares, em especial aquelas ligadas a manifestação do folclore e artesanato. A partir de 1995, estruturada, iniciou sua divulgação e captação de associados e continua de forma permanente.

Brasil Fest in Folk

..:: Sobre o festival ::..

É um evento idealizado e trazido para nosso país por Helena Lourenço, Bacharel em Turismo e que durante muitos anos se dedicou ao folclore como Diretora de Grupo de preservação das tradições gaúchas formado por funcionários da VARIG e que diversas vezes participaram em festivais na Europa. Desenvolveu durante aproximadamente 05 anos o projeto e em 1987 realizou a 1ª Edição do evento, já com o Apoio Institucional do Ministério da Cultura e constante do Calendário de Eventos Turísticos da EMBRATUR e Calendário Mundial do IOV.

Confira a página do evento com todas informações que precisa para envolver neste projeto de vida!

Nos últimos anos, vem sendo realizado pela ABrasOFFA - ONG Associação Brasileira dos Organizadores de Festivais de Folclore e Artes Populares.

..:: Confira aqui o histórico dos festivais ::..

..:: Serviço ::..

Tem seus estatutos sociais registrados sob nº 15519 L."A" nº 7 Fl.130, sob nº de ordem 219991B do protocolo A nº 6 do Registro de Títulos e Documentos da Comarca de Santos-SP CNPJ(MF) sob nº 71.545.636/001-67, Código de Natureza Jurídica nº 302-6 e de Atividade sob nº 91.99-5.

É estruturada com um Comite Nacional, Estaduais e Municipais, sendo todos os seus Membros indicados, nomeados ou eleitos, e todos voluntários, portanto, dedicando-se à ABrasOFFA - ONG, sem remuneração.

Desde 2004 a Abrasoffa está em sua sede nova na Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 476 Encruzilhada Santos/SP CEP 11015-202

Fone: (0XX13) 3222-5772

E-Mail: comite.nacional@abrasoffa.org.br

Imagem: clique para ampliar!

Uma nova visão sbre Sâo Paulo

Hôtelier News - ARTIGO: A proteção do nosso maior ativo humano

"Em recente viagem ao sudeste asiático, fiz questão de conhecer pessoalmente o escritório de uma das maiores ongs responsáveis por denunciar e prevenir a exploração sexual infantil nos locais de fluxo turístico. A sede da End Child Prostitution, Child Pornography and Trafficking of Children for Sexual Purposes - ECPAT International localiza-se em Bangkok, na Tailândia, e tem como responsável Giorgio Berardi. A entidade trabalha em conjunto com a Unicef, órgão das Nações Unidas encarregado da proteção às crianças e adolescentes.

Tanto o mercado, como os governos e a academia sabem que o turismo se não bem planejado e estruturado, traz consequências perniciosas às sociedades envolvidas: danos ambientais, comprometimento cultural das comunidades, especulação imobiliária predatória, tráfico de drogas ou exploração sexual, sendo a exploração infantil a mais perversa dos subprodutos do turismo mal desenvolvido e implementado."

Artigo completo: Hôtelier News - ARTIGO: A proteção do nosso maior ativo humano

Graffit | Viagens & Projetos Turísticos

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Redefinindo o Luxo de Viajar