sábado, 6 de março de 2010

IBELG ::: Estudos & Pesquisas ::: O que esperar de 2010

Por: Marco Aurélio Bedê - Instituto Brasileiro de Excelência em Liderança e Gestão (IBELG)

"De acordo com a mais recente estimativa do FMI, a economia mundial registrou no ano passado o pior desempenho das últimas 3 décadas em termos de taxa de crescimento, com queda de 0,8% no PIB mundial. Esse péssimo indicador é um resultado da crise financeira internacional, cujo estopim foi a quebra do Lehman Brothers, em fins de 2008.

Passado o período de maior turbulência (2008/2009), poderíamos nos perguntar, a crise de fato acabou? O que vem a seguir? Qual a situação do Brasil? O que devemos esperar de 2010? E para os próximos cinco anos? E o que nos aguarda até 2.020?

Essas são algumas das questões que são abordadas pelas palestras oferecidas pelo IBELG, e cuja análise vamos aqui sumarizar, com maior foco no ano de 2010.

Ainda é cedo para afirmar categoricamente que a crise acabou. Os principais elementos que levaram à crise continuam presentes. O sistema financeiro norte-americano e europeu foram “saneados” apenas parcialmente. Graças à ajuda bilionária dos governos dos países desenvolvidos conseguiu-se evitar o colapso do sistema financeiro internacional. Porém, os bancos dos países desenvolvidos continuam mal das pernas, com prejuízos elevados, fruto de aplicações elevadas em ativos de elevado risco, que não são tão fáceis se desfazer.

Além disso, os elevados níveis de desemprego em países como Estados Unidos e na Zona do Euro tendem a retardar a recuperação mundial. Para se ter uma idéia do problema, só no último mês quase 2 milhões de pessoas solicitaram seguro desemprego nos Estados Unidos. Por outro lado, na China se verifica situação inversa: o governo retirando as medidas de apoio à economia, visto que aquele país entrou em 2010 já em forte ritmo de crescimento. No entanto, são poucos os países nessa situação, e a maioria deles ainda deve demorar a apresentar taxas de crescimento mais robustas."

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Cai o pano!

Por: Mariá Giuliese - HSM Management

Quem são, de fato, os presidentes de empresas do Brasil? O que pensam e sentem aqueles que alcançaram o degrau mais alto da carreira, modelo e inspiração de todos os gestores e leitores de revistas de management?

Os presidentes de empresas no Brasil incorporaram tanto o personagem corporativo que parecem ter perdido a si mesmos, o que com freqüência se converte em razão de sofrimento. É o que mostra este artigo baseado em pesquisa realizada entre 2006 e 2007 pelos professores Mariá Giuliese e Léo Bruno, da Fundação Dom Cabral.

Quem são, de fato, os presidentes de empresas do Brasil? O que pensam e sentem aqueles que alcançaram o degrau mais alto da carreira, modelo e inspiração de todos os gestores e leitores de revistas de management? Já conhecemos e acompanhamos muitos desses indivíduos no palco dos negócios, mas o que será que lhes acontece quando descem as cortinas e eles ficam sós? A pesquisa Contexto dos Presidentes, que realizei em conjunto com o professor Léo Bruno para o Centro de Tecnologia Empresarial da Fundação Dom Cabral (CTE-FDC), veio responder a essas perguntas. Investigamos dirigentes de 40 das 500 maiores e melhores empresas do País de acordo com a revista Exame, buscando um escopo de informações suficientemente abrangente para construir seu verdadeiro perfil. Em vez de nos limitarmos a rastrear e mapear as práticas que dizem adotar na condução dos negócios, analisamos aspectos do indivíduo, tais como crenças, valores e modo de agir no que tange a trabalho, carreira, família, participação na sociedade e visão de mundo. Para tanto, mesclamos questionários auto-aplicados e entrevistas pessoais; realizamos ampla análise da literatura técnica na área de negócios e da exposição desses executivos na mídia impressa.

O alto preço que o sucesso lhes cobra foi o principal resultado: o sedentarismo apareceu no topo da lista dos efeitos mais nefastos de sua ascensão profissional sobre a vida pessoal (70% dos entrevistados o admitiram), seguido do adiamento dos projetos particulares (54%), outro grande motivo de frustração.

Dificuldades de relacionamento familiar e comprometimento da saúde derivado de distúrbios do sono e instabilidade emocional também surgiram de modo expressivo. A declaração de um dos entrevistados sintetiza as expectativas desses CEOs: "Presidente tem a morte anunciada. Sabe que vai morrer, que o preço é alto e a pressão intensa. Em alguns casos, mesmo antes de começar, já sabe quando e como morrerá, resta só definir quanto receberá por isso". E o que está por trás do fenômeno? Apenas excesso de trabalho e de cobrança? Acredito que não.



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Águas de - dezembro a - Março!

Pessoal, compartilho esta mensagem recebida via e-mail apenas para descontrair. Vejo que o caos que as chuvas têm provocado em São Paulo tem provocado profundas reflexões nos paulistanos... Confiram!

- Se a São Silvestre fosse em janeiro, o Cesar Cielo ia humilhar!

- Depois do airbag, os coletes salva-vidas são os opcionais mais importantes nos carros de São Paulo;

- O melhor serviço de entrega em SP é do Submarino;

- Ninguém passa fome em São Paulo, Bolinho de Chuva é o que não falta;

- Proposta indecente: "Vamos assistir a chuva lá em casa hoje?";

- Quem acha que a água do mundo está acabando não mora em SP;

- Bob Esponja diz pra Lula Molusco: “Bora pra Sao Paulo!! Da atè pra gente ir no Shopping!!";

- O Prefeito em ligação para o além: "Noé! Precisamos de você aqui em Sampa!!";

- Exercícios físicos? "Sim, o meu passeio ciclístico de hoje fiz de pedalinho";

- Boom imobiliário: Agora, todo paulistano tem casa com vista para o mar;

- Boom imobiliário 2: Tem carioca morrendo de inveja, agora São Paulo tem dois mares: Mar-ginal Tiete e Mar-ginal Pinheiros;

- Tá chovendo tanto em Sampa que esperei o Pica-Pau passar, pra descer a Rebouças de barril;

- Fagner para Kassab: “Quem dera ser um peixe para em teu límpido aquário mergulhar...";

- Programa assistencial: O Lula, para fazer a fita da Dilma, está lançando o "BALSA-família" pra ajudar São Paulo;

- Pelo menos a SABESP cumpriu o prometido: água e esgoto na casa de todo mundo;

- O Kassab tá trocando o bilhete Único pelo bilhete ÚMIDO;

- A Marta disse para o Kassab: Relaxa e bóia;

- Papo de boteco entre amigos: "Meu, eu fui salvo da enchente porque eu estava transando... com uma boneca inflável";

- Depois de tanta chuva, Kassab anunciou a construção da hidroelétrica do Anhangabaú;

- Em SP não se fala mais direita e esquerda... agora é bombordo e estibordo;

- Já está em funcionamento o novo equipamento turístico da capital: o Parque Aquassab!

Espaço "Dicas de Viagens e Turismo": Jogos de Guerra



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