A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século XXI, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. Busca inspirar todos os povos a um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada, voltado para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. É uma visão de esperança e um chamado à ação.
Oferece um novo marco, inclusivo e integralmente ético para guiar a transição para um futuro sustentável. Ela reconhece que os objetivos de proteção ecológica, erradicação da pobreza, desenvolvimento econômico equitativo, respeito aos direitos humanos, democracia e paz são interdependentes e indivisíveis.
O documento é resultado de uma década de diálogo intercultural, em torno de objetivos comuns e valores compartilhados. O projeto começou como uma iniciativa das Nações Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma iniciativa global da sociedade civil. Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma entidade internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a carta dos povos.
Confira aqui o texto na íntegra: A Carta da Terra - Wikipédia, a enciclopédia livre
quarta-feira, 8 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Playing for a change: One Love
Caros colegas,
A carreira nos diversos segmentos que compõem o turismo convergem em um assunto (pelo menos): na importância da boa qualidade na comunicação. O intercâmbio cultural e até emocional por meio das mais variadas formas e meios de comunicação são a parte essencial do turismo, enquanto um fenômeno social.
Se comunicar-se bem aumenta a chance de sucesso na carreira, este comportamento pode tocar fundo o coração de outros seres ao redor do globo também. Perceba a experiência produtiva, a vivência compartilhada em multiplicar uma canção por meio da tecnologia da comunicação.
..:: Vale a pena conferir! Deixe-se levar pelas ondas da canção de paz a seguir ::..
Um forte abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria
Diretor de Comunicação da ABBTUR São Paulo
A carreira nos diversos segmentos que compõem o turismo convergem em um assunto (pelo menos): na importância da boa qualidade na comunicação. O intercâmbio cultural e até emocional por meio das mais variadas formas e meios de comunicação são a parte essencial do turismo, enquanto um fenômeno social.
Se comunicar-se bem aumenta a chance de sucesso na carreira, este comportamento pode tocar fundo o coração de outros seres ao redor do globo também. Perceba a experiência produtiva, a vivência compartilhada em multiplicar uma canção por meio da tecnologia da comunicação.
..:: Vale a pena conferir! Deixe-se levar pelas ondas da canção de paz a seguir ::..
Um forte abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria
Diretor de Comunicação da ABBTUR São Paulo
Treinamento EcoEmpresarial: Carreira vs. ocupação
Por: Aristides FariaEnquanto profissional da área de gestão de recursos humanos venho me questionando rotineiramente acerca da situação do mercado de trabalho, sobretudo, sobre o momento de entrada, após a realização de algum curso de formação.
Eu e alguns colegas temos algumas dúvidas sobre “qual” ou “quais” competências, habilidades e atitudes são essenciais para a conquista de boas posições na carreira. Perceba que a cada ano o acesso a informação e à formação são mais amplos e menos restritos a poucos afortunados. O ponto-chave da discussão não é exatamente a qualidade de tais cursos, mas o que é feito com a informação obtida durante estas vivências.
Verifica-se, então, que são as atitudes, os comportamentos e a habilidade de comunicação os elementos diferenciais dos profissionais de ponta. Note que são itens de nossa personalidade. Apenas com muito amadurecimento e autoconhecimento é que podemos educar nossa maneira de agir. E isso só acontece com o tempo.
A vivência integrada na natureza nos possibilita sair do meio controlado e nos percebermos “de fora”. Nossas fraquezas e fortalezas afloram. A socialização no meio ambiente natural é interessante a grupos que precisam incrementar a qualidade da comunicação que compartilham. São vivências na mata que ajudam a evoluirmos enquanto profissionais, acadêmicos e seres humanos.Ver mudanças no comportamento de colegas que julgamos conhecer é uma experiência única e que só pode efetivamente acontecer em situações, ambientes adversos, como a mata. Agir instintivamente frente a crises e ao medo, a incerteza e a insegurança é natural. Entretanto, compreender este comportamento não é.
Só mesmo com amadurecimento, muito boa vontade e esforço focado neste sentido é que se torna possível gerenciar nossos gatilhos emocionais. Na empresa, em casa ou em nossas relações amorosas não devemos agir instintivamente. Temos de gerir nossas emoções para construir relações agregadoras e de aprendizado mútuo.
É muito bacana notar como evoluímos com a idade, mas é mais gostoso ainda ver que não é meramente a idade que lapida nossa maneira de ser. São os próprios relacionamentos que nos transformam em pessoas melhores. Comparo com o ato de cozinhar.
Além de ser uma arte, cozinhar pode ser entendido como uma reverência a Deus, um ritual de agradecimento pelo alimento. Cozinhar e compartilhar do alimento podem ser momentos entendidos como de reverência à natureza, quem nos proporciona esta energia tão positiva. Bem, mas comparo mesmo, por que só se aprende a cozinhar, cozinhando. Treino, dedicação e investimento (de tempo e diversos recursos).
..:: O que isso tem a ver com carreira, ocupação? ::..
Quando falo em carreira, visualizo um aprendizado contínuo. Vejo investimento convicto em um plano de longo prazo. Percebo construção, alicerce e acabamento durante um bom espaço de tempo. Comparo com a arte de cozinhar.
Ocupação? São os restaurantes de fast food. São as soluções de curto prazo, imediatistas e que resolvem apenas em parte o “problema”. Não são de menor valor, mas de menos profundidade em nossas vidas.
..:: Invista atenção em você e descubra todo o potencial latente em seu coração! ::..
Clique aqui e conheça nossa proposta de socialização em ambientes naturais!
PUBLICAÇÃO SIMULTÂNEA NO BLOG DA ABBTUR SÃO PAULO E NO WEBSITE OUTRO LADO DA NOTÍCIA.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Treinamento EcoEmpresarial: Ética da responsabilidade vs. Ética da convicção
Por: Aristides FariaCaros leitores, gostaria de compartilhar nesta oportunidade um tema que gosto bastante de refletir sobre ele. Trata-se da ética. Não me refiro a seus fundamentos sociológicos ou algo tão profundo assim. Interesso-me pela distinção entre o que dizem ser “duas éticas”: a ética da responsabilidade e a ética da convicção.
Os treinamentos ao ar livre, como discutimos semanalmente, proporcionam socialização, convivência ou, pelo menos, coabitação, em ambientes hostis, não-controlados e repletos de significados nada ou pouco compreendidos para nós, seres urbanos.
Os paradigmas de interação que estabelecem-se ao ar livre colocam-nos de frente a desafios e seguidos momentos de tomada de decisão. Estas “horas da verdade” são interessantes, pois despertam em nosso cérebro (especificamente no córtex pré-frontal, região da testa) uma espécie de gatilho emocional. Tomamos decisões basicamente fundamentadas em nossas emoções, que são, por sua vez, construídas a partir de experiências de nossa vida, seja em casa, no clube ou no trabalho.
Este disparo, que é a própria decisão – ainda que não voluntária por completo –, abre caminho para nossa ética. Isto significa afirmar que, ao tomarmos consciência de nosso comportamento, ora disparado, passamos a orientá-lo “por querer”.
É a partir deste imediato que decidimos por qual das “duas éticas” escolher. Cabe, agora sim, comentar o significado destes dois universos.
Ética da responsabilidade: ao optar por agir, comportarmo-nos como manda o figurino escolhemos este caminho, ou seja, é tomar a decisão correta, mais responsável e idônea, independente de nossas preferências pessoais;
Ética da convicção: ao contrário, optar por agir, comportarmo-nos e decidir conforme pede a ocasião, seguimos o caminho balizado por nossas preferências, anseios e convicções, o que nem sempre é responsável, correto e idôneo.
É interessante notar que a tal ética, que tanto ouvimos falar, mas pouco entendemos o que significa, é uma espécie de dispositivo moral que somente existe entre os seres humanos. Como disse, a ética surge apenas depois que tomamos consciência de nossas ações, comportamentos, atitudes e decisões.O que chamo de “dispositivo” trata-se, em verdade, de um meio que a natureza descobriu para tornar a relação entre seres sociais, que somos, mais harmoniosa e viável. Convencionamos chamar de “pessoas sem ética” aquelas que acabam ultrapassando o limite da boa convivência. Note que uma definição bem próxima da ética é a moral.
Nossa proposta de vivências de socialização no ambiente natural carrega justamente este propósito: aguçar nossa percepção acerca dos comportamentos que “devemos” e os que “queremos” adotar. Parecem ser situações normais da vida, mas não são!
..:: Pense nisso! ::..
Para saber mais sobre nosso trabalho, confira o website [RH em Hospitalidade]!
PUBLICAÇÃO SIMULTÂNEA NO BLOG [RH em Hospitalidade] E NO WEBSITE OUTRO LADO DA NOTÍCIA.
Assinar:
Postagens (Atom)