quinta-feira, 9 de abril de 2009

Oportunidade: seleção para trabalho em navios de cruzeiro

Gostaria de compartilhar mais uma chamada da seleção para trabalho em navios de cruzeiro da Princess Cruise Lines, que acontecerá em São Paulo (SP) por meio de sua representante oficial para todo território nacional, a Staff Work.

Caso possam passar a seus alunos, clientes e demais interessados, ficaria grato.

Empresa Contratante: Pricess Cruise lines
Agência responsával: Staff Work
Posição: Garçons e Garçonetes
Vagas: 20
Data estimada para entrevista final: Julho / 2009
Tempo de experiência: Min de 03 anos
Tipo de qualificação: Familiriazação com menus internacionais, etiqueta internacional e serviços de garçom.
Pré-requisito: Inglês e experência comprovada.
Salários: Aprox. US$ 2.500,00 ou R$ 6 000,00 (Mensais)

Currículos para: rh@staffwork.com.br

Importante: Os contratos são de 6 a 11 meses podendo ser prorrogados com o aval do tripulante. Englobando todos demais cargos, a média salarial é de U$500,00 a U$2.500,00 mensais. Todos os gastos de sobrevivência são pagos pela companhia contratante, tais como: acomodação, alimentação e seguro de saúde.

Um cordial abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria

Santos terá seu primeiro grande evento literário em setembro deste ano. A Tarrafa Literária está chegando

Por: Realejo Virtual

Santos terá em 2009 seu primeiro grande evento literário. A Tarrafa Literária, projeto da Realejo Livros e Edições, do editor José Luiz Tahan, acontecerá de 3 a 7 de setembro na Plataforma do Emissário Submarino, em plena praia do Canal 1 (Av. Pinheiro Machado).

A programação já começou a ser montada e promete grandes atrações nacionais e internacionais para tornar o evento referência nacional. Estão previstas duas mesas diárias com a participação dos principais jornalistas da área cultural, além de espaços e eventos voltados para diferentes faixas etárias e para encontros com autores e profissionais do meio editorial.

"A ideia é fazer um agito literário charmoso em Santos e fora de época de temporada, para facilitar o acesso até a cidade", afirma Zé Luiz Tahan.

Editores interessados devem entrar em contato pelo e-mail contato@realejolivros.com.br ou pelo fone (13) 3289-4935.

.Saiba mais clicando aqui!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Treinamento EcoEmpresarial: Resistências pessoais


Por: Aristides Faria

Todos temos limites. Estes são predominantemente emocionais. Tais limitações apresentam-se de várias formas como por meio de medos, ansiedade e até o pavor. Estas são maneiras de nosso cérebro dizer-nos que estamos chegando a este limite. Contudo, na prática, temos muito o que fazer até atingirmos situações-limite. É o auto-conhecimento que determina quanto iremos avançar para chegarmos mais próximos ao limite real.

A novela da vida corporativa é gravada em ambientes controlados e conhecidos de todos nós, afinal de uma forma ou de outra estamos em contato com ele rotineiramente. Nossos limites não são testados nestes contextos, afinal, estamos acostumados com tudo e com todos que estão presentes nele. Com o passar dos anos, o que não é conhecido e comum a nós, passa a ser um limite.

O pior disso é que estes “limites do desconhecido” são paradigmas, são limites que não fazemos questão de alcançar ou superar. Temos medo de descobrir algo que não era para o “nosso bico” ou mesmo ter acesso a informações que não eram destinadas a nós. Puro medo!

Infelizmente, neste cenário, acabamos nos afastando da inovação, do aprimoramento, do desenvolvimento pessoal e profissional e, ainda, estamos evitando um maior envolvimento com nosso trabalho e os colegas que compartilham boa parte de nossas rotinas.

Experimentar o ambiente natural e vivenciar o desconhecido junto com colegas – que você pensa conhecer – é uma oportunidade incrível para superar as referidas limitações e perceber que você, definitivamente, pode ir mais longe. Quando estamos imersos no estranho, nossa mente se abre para evitar o perigo e, nesse estado de alerta, o aprendizado fica mais intenso, nossa percepção mais aguçada e passamos a notar detalhes – em todos sentidos – que não sacaríamos em um ambiente comum e regular, como nosso ambiente de trabalho.

É interessante notar que caminhar por uma trilha, por exemplo, naturalmente nos obriga a ajudar e sermos ajudados. Temos a todo momento de atentar aos colegas que estão à frente e aos que estão atrás, independente do ritmo e do cargo de cada um deles. O que importa é estarmos ao alcance da visão uns dos outros. Somos uma equipe, assim, concluir a trilha sem um de nossos membros/colegas não se trata de uma vitória.

Muitas vezes, a competitividade do mundo corporativo nos afasta uns dos outros e faz-nos buscar objetivos mesmo que o alcancemos sozinhos. Bem, no meio natural, desconhecido e estranho as situações mudam. Dependemos dos demais para realizar as tarefas. Somos indispensáveis entre nós. É esta comunhão que devemos perseguir em nossa vida pessoal e profissional também.

Busque em seu caminho, seja uma trilha ou um sinuoso rio de planície costeira, acolher as pessoas. Receba bem, torne-se querido e faça o bem àqueles que estão à volta. A hospitalidade caracteriza-se como um ciclo muito bacana, que é: dar, receber e retribuir. Um ciclo sem fim do qual, na verdade, é uma dádiva poder participar. E a comunhão, o envolvimento e o interesse genuíno pelas pessoas com quem convive configura-se em um meio para tal.

Para participar de treinamento vivencial ao ar livre no litoral de São Paulo clique aqui!

PUBLICAÇÃO SIMULTÂNEA NO BLOG [RH EM HOSPITALIDADE] E NO WEBSITE OUTRO LADO DA NOTÍCIA.

Blogando Turismo: Atrativos Turísticos

Blogando Turismo: Atrativos Turísticos: "Sob os olhares curiosos dos turistas que, mesmo na baixa temporada, não deixam de visitá-lo, o cajueiro de Pirangi voltou ontem a sofrer novas intervenções nos galhos secundários mais próximos ao tronco-mãe.

O procedimento, que continua hoje, é conhecido pelos técnicos como “dandro cirurgia” - retirada de material necrosado da árvore, aplicação de fungicida e de uma camada de betume para impermeabilizar a área doente.

Segundo o engenheiro florestal George de Sousa Gila, um dos dois técnicos responsáveis pelas cirurgias na planta, a intervenção foi necessária para evitar que a doença atingisse o tronco-mãe, de onde o cajueiro, hoje espalhado por uma área de 8,5 mil metros quadrados, começou."

Graffit | Viagens & Projetos Turísticos

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